A história da velhinha das balas
Cena: Corredor da central de salas, em frente do local antigo da cantina. Final de tarde, antes de assembléias juniores.
Rafael: Quer uma Bolete?
Pri, a "Japa": O que é uma Bolete?
Rafael: É uma bala que vira chiclete!
Pri, a "Japa": Ah! Eu quero uma! (...) Viu Tati... eu ganhei uma Bolete, a bala que vira chiclete!
Tati, a Arco Irish: Ah! Eu quero! Eu quero a tua! Essa que está na tua boca!
Tati, sem bala e nem chiclete, fica zanzando por aí. Pára um pouco para não se cansar mais.
Rafael tira um pacotinho do bolso.
Rafael: Quer uma Bolete?
Tati, a Arco Irish: Ah! É você que está distribuindo essas balinhas? Hã... eu quero uma sim...
(...) (um silêncio para Tati se deliciar com a primeira sensação da bala na boca)
Tati, a Arco Irish: Na igreja do meu pai em São Bernardo tinha uma velhinha que dava bala pra gente. Um dia ela morreu.
Imaginem o que eu senti ao ouvir isso. Eu não sabia onde ela queria chegar com a história, mas ela matou a coitada da bondosa velhinha na primeira oportunidade. O que se esperar da Tatiana Koschelny? De agora em diante eu não espero mais nada.
Eu me diverti pra caramba com esse momento e por indicação dela estou registrando. O Ricardo disse que hoje a graça é achar graça em coisas sem sentido. Pois é, muitas vezes não há sentido no que a Tati diz... hehehe...
Sem sentido é o meu comportamento, não é? Eu, que ontem estava desamparado, estou bem melhor hoje. E o incrível é que não vi quem eu queria. Talvez eu não funcione como eu pensava e deva levar em conta outros fatores. Talvez sim.
Se possível, continuem a orar (pelo menos), pois sei que mais cedo ou mais tarde o problema volta e estarei chorando novamente em frente à tela de computador (triste isso, não?).
" Gives me hope when I can't believe. "
Rafael: Quer uma Bolete?
Pri, a "Japa": O que é uma Bolete?
Rafael: É uma bala que vira chiclete!
Pri, a "Japa": Ah! Eu quero uma! (...) Viu Tati... eu ganhei uma Bolete, a bala que vira chiclete!
Tati, a Arco Irish: Ah! Eu quero! Eu quero a tua! Essa que está na tua boca!
Tati, sem bala e nem chiclete, fica zanzando por aí. Pára um pouco para não se cansar mais.
Rafael tira um pacotinho do bolso.
Rafael: Quer uma Bolete?
Tati, a Arco Irish: Ah! É você que está distribuindo essas balinhas? Hã... eu quero uma sim...
(...) (um silêncio para Tati se deliciar com a primeira sensação da bala na boca)
Tati, a Arco Irish: Na igreja do meu pai em São Bernardo tinha uma velhinha que dava bala pra gente. Um dia ela morreu.
Imaginem o que eu senti ao ouvir isso. Eu não sabia onde ela queria chegar com a história, mas ela matou a coitada da bondosa velhinha na primeira oportunidade. O que se esperar da Tatiana Koschelny? De agora em diante eu não espero mais nada.
Eu me diverti pra caramba com esse momento e por indicação dela estou registrando. O Ricardo disse que hoje a graça é achar graça em coisas sem sentido. Pois é, muitas vezes não há sentido no que a Tati diz... hehehe...
Sem sentido é o meu comportamento, não é? Eu, que ontem estava desamparado, estou bem melhor hoje. E o incrível é que não vi quem eu queria. Talvez eu não funcione como eu pensava e deva levar em conta outros fatores. Talvez sim.
Se possível, continuem a orar (pelo menos), pois sei que mais cedo ou mais tarde o problema volta e estarei chorando novamente em frente à tela de computador (triste isso, não?).
" Gives me hope when I can't believe. "
