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Complexo de um brasileiro de estatura mediana...

... gosto muito de fulana mas siclana é quem me quer...

sexta-feira, julho 04, 2008

Mais alguns kilômetros na bagagem

Daqui alguns minutos (ou horas, não sei se consigo ser tão rápido assim) estarei novamente na estrada em direção a São Paulo. Dirigindo novamente para poder resolver alguma coisa do meu novo trabalho. Para falar a verdade, meu atual cargo na empresa é um grande leva-e-traz. Não me envergonho disso e não venho aqui para reclamar, mas somente para contar um coisinha curiosa que isso proporcionou.

Lembra do título da penúltima postagem? Não? Oras, baixe um pouco a barra de rolagem, por favor...
Pronto? (desculpe um pouco o mal humor, mas não estou conseguindo conter tal sentimento)
Pois então, em meio a uma ligação do motor e outra eu reparei no contador de giros. Não é baixo, eu sei, mas marcava exatamente 137700 km. E como eu que tenho um "Q" com números redondos (talvez esse é o sintoma do meu TOC que minha mãe insiste em dizer que tenho) fiquei me sentindo lisongeado com a situação por alguns minutos, já que não é todo dia que isso acontece. E quem imaginaria quando isso voltaria a ocorrer?
Alguns dias após esse ocorrido aconteceu o segundo fato. Fui ligar (ou desligar, não me lembro exatamente) o carro e ali vi no conta giro: 138800 km. Incrível, diriam os de cabelo em pé. Inacreditável, os mais céticos. Mas é a mais pura verdade.
Agora só faltava olhar para o painel do carro a cada 1100 km rodados. Por sorte isso nunca aconteceria, até porque o carro não consegue render 60 litros de gasolina por tanto tempo. Teria que fazer essa mecânica tarefa também para outras situações.
Contudo, a vida continua nos pregando peças curiosas. Advinhem qual foi a próxima marcação para qual eu olhei no painel? Esse é o seu melhor chute?
Mas não foi 139900. Por algum truque do tempo e espaço (leia-se Deus nessa lista) eu avistei o número 139800. Aconteceu... Não forcei nada. Até porque estava muito satisfeito com os últimos dois números redondos.

Agora eu relaxei um pouco, mas os meus olhos, de vez em quando, perdem-se buscando algum zero no final de algum lugar. Coisas doidas da cabeça. E assim minha vida na estrada continua por um tempo.

Para esta situação vão 2 frases curiosas:

" Não é difícil comparar o meu cérebro com a castanha do pará. "
" Você tem que olhar a estrada com uma cara cansada, como uma velha amiga que você não já agüenta mais. "

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