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Complexo de um brasileiro de estatura mediana...

... gosto muito de fulana mas siclana é quem me quer...

domingo, julho 29, 2007

Trocando o dia

Essa semana foi algo de doido. Ao mesmo tempo em que tudo se terminava para começar um novo semestre daqui duas semanas, eu estive repleto de coisas para fazer. Para começar veio o Contexto. Não foi exatamente nessa ordem que os fatos ocorreram, mas acho que assim fica mais fácil de compreender. Passei pelo meu aniversário sem ter em mãos a edição de maio do nosso jornal-laboratório favorito. O Contexto de maio não havia saído. Um verdadeiro absurdo, não? Pois é! Eu também acho! (só um adendo rápido... escrever no meu teclado com as teclas duras e fora do lugar comum é uma coisa incrível. Ainda mais com a tela piscando o tempo todo. Eu não sei como consigo)
Mas então, passei o dia 20 de julho, o primeiro de minha vida em que tive aula, sem poder mostrar o meu último trabalho para os meus pais, meus avós, minha irmã. E de quem era a culpa? Minha. Não digo que somente minha,. mas há uns 80% de incapacidade minha de deixar várias bobagens de lado e fazer aquilo que eu tenho que fazer e me comprometi. Foi preciso fazer um esforço maluco durante 3 dias para terminar algo que, normalmente, teriamos 2 semanas para completar. Tudo bem que teve greve, depois tivemos o protocolo do TCC e depois nos sentimos acuados como ratos por um professor careca e birrento. Porém, dizer que não éramos capazes de terminar antes, isso eu não aceito. Eu era capaz sim e novamente eu falhei. Ninguém puxa a minha orelha e fala: "Trabalhe muleque! Olha o tanto de potencial que te deram e você não usa?". Ninguém? Com certeza muitas pessoas fazem no silêncio de seus pensamentos gritantes.
Dessa maneira eu terminei o meu sábado. Com o Contexto fechado, prontinho para ir para a gráfica. Fiquei da manhã de quinta-feira até às 4 da tarde desse sábado somente pensando nessa edição que não havia saído. Se eu dormi? Muito pouco. Se eu tomei banho? Não queira saber... A casa da Paula foi o Quartel General até a noite de sexta. Mas perdemos a nossa tenente para um amor irremediável e tivemos que nos mudar por falta de comunicação eficiente. Viemos para a lanchonete mais bacana da cidade: a minha casa. Descansamos um pouco na madrugada, pois não somos de ferro, e continuamos usando um computador que tinha data de validade. Quando a Tati acordasse teríamos de devolver. Ela precisava corrigir o relatório final da pesquisa dela. Trocamos o dia pela noite. Parecia que só poderíamos sobreviver na madrugada e assim agir. Nos mudamos de novo, mas voltamos para nosso recanto inicial.
Já estavamos sem paciência para palpites desnecessários e fizemos as últimas imagens sem muita preocupação com a alta qualidade que deveria ser o nosso norte. Queríamos que isso terminasse o mais rápido possível. Aliás, tínhamos que terminar até às 14:00hs se quiséssimos que a gráfica rodasse (termo jornalístico, eu sei, não deveria ter escrito, mas não me lembro de outro termo para a situação) o jornal para estar pronto para a segunda -feira. Mas não conseguimos. Terminamos tudo já era 15:50hs. Muito tarde para os nossos planos. Dessa maneira combinei com o general chefe Luciano um novo encontro na segunda de manhã. Esse será o derradeiro, tenho certeza.
Com isso eu tomei um banho deliciosamente demorado muito quente, do tipo que estou pretendendo tomar daqui a pouco, e caí na cama perto das 17hs. Despertei perto das 22hs e só fui acordar, cansado de ficar na cama, às 4 da matina. Isso é hora de acordar? Somente o Contexto para me proporcinar tal feito, ou não?
O que eu fiz a mais nessa semana? Começar a fazer o TCC. Algo pessado que tomará o meu tempo daqui para frente e que me faz ter um pouco de dor de cabeça quando penso o quanto estou atrasado, apesar das conversas empolgantes com o meu professor co-orientador.

Mas depois disso tudo o que eu estou fazendo na internet e escrevendo no meu blog desde as 5 da manhã? Vim procurar uma pessoa. Queria encontrá-la. Me fez tanta falta não ter recebido um "feliz aniversário" dela no dia 20... seria tão bom. Tudo bem que o tempo não é o mesmo para todos mas eu queira ouvir a voz de alguém especial, alguém de quem eu não consigo deixar de pensar nesses últimos 4 dias. "Mesmo com a garota com nome de natureza olhando para você?", alguém diria. Mesmo assim. "Mesmo levando um fora de leve da garota dos comichões?", diria outro. Mesmo assim, também. Eu não sei o que me acontece e qual é a lógica do meu coração. Não sei ainda. Mas tenho que viver. Seria tão legal te encontrar no parque nessa próxima quarta-feira. Dia primeiro é dia de festa, sabia?

" Você me avisar, me ensinar, falar do que foi pra você, não vai me livrar de viver! "

domingo, julho 15, 2007

Proverbiando...

O impenetrável se torna o alvo no momento em que ele demonstra qualquer espaço para brecha, mesmo que isso seja apenas um artifício de sedução. Ele não deixará de ser impenetrável.

A fome de justiça é o sentimento mais nobre que alguém pode ter, pois amor não faz parte da característica humana. É somente algo que recebemos e repassamos.

Em questão de segundos tudo pode mudar e seu coração se endurecer de tal forma que nem o mais gelado dos gelos aplacaria tamanha fúria.

Se uma pessoa foi interesseira ou mesquinha em algum momento não significa que isso seja inerente a sua personalidade. Contudo, não é possível comprovar o contrário.

O tempo é capaz de produzir muitas curas, mas somente recebendo a medicação no momento certo é possível a eficácia do labor temporal.

"Tome o teu lugar, Oh! Deus!"

terça-feira, julho 10, 2007

Mas não era para você...

...ficar quieto?

Eu não consigo ficar sem olhar quantos giros deu o contador de pessoas que entram no meu blog e não consigo ficar sem pensar em quanto tempo eu ficarei assim, um tanto perdido.

Eu queria não decepcionar mais as pessoas.
Você sempre deposita uma grande esperança em mim e eu não correspondo.

" Remember why you came and while you're alive experience the warmth before you grow old "