Jabor e o sexo
Hoje de manhã o meu colega de casa, o Bruno, estava lendo o Caderno 2 do Estadão como ele costuma fazer em muitas manhãs. Ele começou a fazer seus comentários sobre o que está lendo com a seguinte frase: "Adoro quando o Jabor escreve sobre mulheres". De fato o colunista do Estado de S. Paulo tem suas melhores análises quando o assunto é sexo ou comportamento sexual da sociedade brasileira. Sua fala praticamente desconsidera que isso sempre será polêmica em nosso país ainda católico. Realmente ele usa muitos elementos irônicos da nossa realidade para conduzir o texto. Veja tal frase do texto de hoje: "Fui educado pelos jesuítas, o melhor caminho para a perdição". A educação no começo de nossa nação era conduzido pelos jesuítas e mesmo assim nos tornamos um país tão sexual, mas com tantas travas para expor o que vivemos.
Voltemos para a figura do Bruno nessa história. Nós sempre discutimos as coisas que lemos no jornal e sempre ficamos divagando com os absurdos ou maravilhas que nos aparecem. Normalmente a dinâmica é a seguinte: ele lê o artigo (ou coisa parecida), relê alguns pedaços e nós discutimos. Dessa vez ele leu o artigo inteiro para nós que estavamos na sala (a Tati também estava presente). Eu me senti em algum tempo remoto da nossa civilização quando as leituras eram coletivas. Um lia e outros escutavm atentamente. Me senti bem.
O tema de hoje da leitura foi sexo. Mais especificamente a libertação das mulheres em tal assunto. Segundo Jabor, hoje, as mulheres não mais esperam a ação do homem, "Hoje, os homens é que 'dão'. Elas 'comem'". Transformação do outro em objeto, agora, é recíproco. Não sei se ele está certo ao dizer que anteriormente as mulheres esperavam proteção e conforto, como forma de amor, mas em nossos dias o importante para muitas das garotas é o desempenho. A virilidade do homem era do cavaleiro armado de espada e escudo em cima de um cavalo branco, um tanto quixotesca, como diria Jabor. Mas o homem não sabe como lidar com as novas atitudes do gênero feminino. Ele está acuado, pressionado, em busca de um novo norte para satisfazer a mulher desejada. Elas querem o quê? Dinheiro? Muitos acreditam cegamente que essa é a solução. Nem Marilyn Monroe acreditava tanto que o melhor amigo de uma mulher é o diamante.
Continuando em seu artigo, Jabor diz que "precisamos de uma libertinagem constante, já que a tal liberdade era mesmo 'uma calça velha e desbotada'". Isso está certo e a cada dia nos é mais evidente, mas não podemos culpar as mulheres de uma prática masculina milenar. Agora que os dois sabem o quão fácil é o sexo tudo é possível. Nem a Aids assusta mais os praticantes desse esporte praticado na cama.
Agora vocês me perguntariam o que um cristão, como eu, tenho a dizer sobre tudo isso. Eu não tenho muita certeza das minhas idéias sobre o assunto. Eu estou no começo de um namoro com uma garota que é mais velha do que eu e muitos questionamentos sobre o tema me aparecem. Tudo o que eu aprendi sobre isso foi colocado em xeque no momento em que eu conheci a minha namorada. Só sei que o sexo pode ser fácil, mas ele é muito precioso. Se não fizermos da forma certa, no momento certo, usaremos uma maravilha que Deus nos deu sem aproveitar toda a sua potencialidade.
Talvez seja certo tratar o assunto de forma tão delicada.
" Sexo não é um esporte, é uma arte. "
Voltemos para a figura do Bruno nessa história. Nós sempre discutimos as coisas que lemos no jornal e sempre ficamos divagando com os absurdos ou maravilhas que nos aparecem. Normalmente a dinâmica é a seguinte: ele lê o artigo (ou coisa parecida), relê alguns pedaços e nós discutimos. Dessa vez ele leu o artigo inteiro para nós que estavamos na sala (a Tati também estava presente). Eu me senti em algum tempo remoto da nossa civilização quando as leituras eram coletivas. Um lia e outros escutavm atentamente. Me senti bem.
O tema de hoje da leitura foi sexo. Mais especificamente a libertação das mulheres em tal assunto. Segundo Jabor, hoje, as mulheres não mais esperam a ação do homem, "Hoje, os homens é que 'dão'. Elas 'comem'". Transformação do outro em objeto, agora, é recíproco. Não sei se ele está certo ao dizer que anteriormente as mulheres esperavam proteção e conforto, como forma de amor, mas em nossos dias o importante para muitas das garotas é o desempenho. A virilidade do homem era do cavaleiro armado de espada e escudo em cima de um cavalo branco, um tanto quixotesca, como diria Jabor. Mas o homem não sabe como lidar com as novas atitudes do gênero feminino. Ele está acuado, pressionado, em busca de um novo norte para satisfazer a mulher desejada. Elas querem o quê? Dinheiro? Muitos acreditam cegamente que essa é a solução. Nem Marilyn Monroe acreditava tanto que o melhor amigo de uma mulher é o diamante.
Continuando em seu artigo, Jabor diz que "precisamos de uma libertinagem constante, já que a tal liberdade era mesmo 'uma calça velha e desbotada'". Isso está certo e a cada dia nos é mais evidente, mas não podemos culpar as mulheres de uma prática masculina milenar. Agora que os dois sabem o quão fácil é o sexo tudo é possível. Nem a Aids assusta mais os praticantes desse esporte praticado na cama.
Agora vocês me perguntariam o que um cristão, como eu, tenho a dizer sobre tudo isso. Eu não tenho muita certeza das minhas idéias sobre o assunto. Eu estou no começo de um namoro com uma garota que é mais velha do que eu e muitos questionamentos sobre o tema me aparecem. Tudo o que eu aprendi sobre isso foi colocado em xeque no momento em que eu conheci a minha namorada. Só sei que o sexo pode ser fácil, mas ele é muito precioso. Se não fizermos da forma certa, no momento certo, usaremos uma maravilha que Deus nos deu sem aproveitar toda a sua potencialidade.
Talvez seja certo tratar o assunto de forma tão delicada.
" Sexo não é um esporte, é uma arte. "
