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Complexo de um brasileiro de estatura mediana...

... gosto muito de fulana mas siclana é quem me quer...

terça-feira, setembro 13, 2005

Ontem? Quero ver o amanhã...

Bom... vamos começar por onde? Esta postagem é um registro oficial de um dever que demorou para acontecer mas que era impossível de se esconder debaixo dos tapetes. Lembram do relacionamento da última postagem? Isso mesmo. Esse. Quem é a garota? Eu falei em garota? Calma... só poderia ser uma garota. Eu sou hetero, não é mesmo? Bom. Sem ter dúvidas sobre isso, continuemos. Oras... para que essa curiosidade? É "a" garota. Não... não é essa que você pensa. Não percamos tempo com isso. Nomes nunca importam.
Precisava resolver coisas do passado, limpar as manchas desse relacionamento, curar as feridinhas e as feridonas. Opa... Uma grande ferida. Eu sai muito magoado disso tudo. Muito. Tentava esconder isso de mim mesmo, mas estava machucado. Dolorido. Até que chegou um tempo em que não conseguia segurar mais, toda vez que eu pensava nela só pensava em coisas ruins. Pensava em pequenas vingancinhas, em como eu faria para humilha-la. Sabe... sentimentos muito ruins. Acho que me entreguei demais em algo tão perecível. Eu até pensei em falar gritando toda vez que fossemos conversar. Na realidade não tive essa oportunidade. Tão tolo. Queria que ela visse que eu estava mal, mas ao mesmo tempo queria que as coisas ficassem numa boa, algo que ela nunca quis. Isso mesmo. Ela nunca quis que estivesse tudo bem entre a gente. Ela não se esforçou. Aprontou tudo o que podia para que eu me afastasse, mas eu insistia em tentar colocar tudo em ordem. Será que eu pedi demais, ter a amizade dela?
"Mas o que aconteceu?" Você me indaga. Aconteceu que nos afastamos de vez. Tanto que consegui não ve-la por uma semana e meia. Tanto que consegui não pensar nela durante um bom tempo. "E aí?" Você novamente interrompe ancioso. Nada mais aconteceu com ela. Nada mais. O que aconteceu foi comigo. Sim. O que tinha que acontecer era algo aqui dentro. Não importa o que se passou, eu tinha que perdoa-la. Sim. Não estou sendo demagogo ao dizer que isso deveria acontecer. Mesmo não vendo nenhum sinal de fumaça sequer sobre um possível arrependimento dela, mesmo não ouvindo nenhum passarinho sussurando sobre os sentimentos dela, era meu dever perdoa-la. Não. Penso assim não para deixar sua vida melhor, não, pensei primeiro em mim. Não quero ser rancoroso e sei que isso ficará me machucando aos pouquinhos até a eternidade. Tinha que curar essa ferida. Nunca gostei desse sentimento e acho que foi a primeira vez que isso se prolongou. Era preciso perdoa-la. O ontem? Não me importa mais. Quero só ver o que vai me vir amanhã. Se posso ficar bem com ela? Se podemos ainda ser amigos? Não sei. Ela tem que vencer muitos medos e vir conversar muito comigo. Ou simplesmente me dizer um "oi!" convincente. Acho que isso me basta por momento. Você não acha?
Perdoar é divino? Então temos que aprender muito com Deus.

"Não deixe o sol se por sobre a sua ira."

segunda-feira, setembro 12, 2005

Pai irresponsável?

Quem diria que esse blog duraria um ano? Acho que nem eu. Apostei comigo mesmo que ele entraria para os registros de mortalidade infantil. Graças a alguns acontecimentos ( que agradeço a Deus por terem ocorrido ) essa criança sobreviveu a um período tremendo de estiagem.
Se a tecnologia permitir não serei um pai tão irresponsável quanto pareço e ninguém perceberá que havia esquecido do aniversário do blog ( o que de fato ocorreu ). Acontece. Prometo ser mais pontual no próximo ano. Que tal?

"Parabéns é muito piegas. Diga: Continua'o'béns!"

sábado, setembro 03, 2005

Queria voltar a ser um simples menino na Rua Paulo

Neste sábado inócuo e quase que desesperador venho absorver alguns pensamentos e memórias que flutuam em minha mente. Acho que estou no momento extremamente crucial para a minha vida. Tenho que decidir em qual caminho que quero seguir ( sim... não tenho certeza do que quero ). É duro pensar que em poucos segundos posso estar largando tudo o que construiram em minha vida com uma decisão tão rala. Vejam como está o meu dilema.
Após um leve romance vivido no começo do ano, comecei a ter uma sede tremenda de paquerar e de ter alguma garota aqui do meu lado. O fato problemático são os exemplos que estão em minha volta. Talvez não seja isso. Talvez só estou me deparando com algo que nunca havia encarado: O fim de um relacionamento marcante. Talvez não seja nada disso.
Mas vamos dar nome ao bovino. Meu problema? Oras... crise de vazio. Conseqüentemente, não estou conseguindo me focar na mesma garota. Sim, claro. Você está certo em dizer que isso não está acontecendo. Pois então... ainda não em proporções alarmantes. A questão é que há a eminência de um novo romance acontecer na minha vida, mas ainda não me apaixonei por ela e tenho medo de isso não acontecer. Acho que preciso conhece-la melhor para poder dizer isso. Enquanto isso, passo por várias garotas e meus olhos se perdem, se distraem. Sabe... agora estou pensando enquanto escrevo e ouço Leela ( banda nova e de letras meio radicais ). Eu preciso de Deus. Do meu Deus. Aquele que me acompanhou em todos os instantes, que me colocou onde estou. Se estou passando por isso é por que Ele tem permito isso e sei que me dará todos os suportes para passar por essa fase, seja lá qual for o resultado. Você acha que eu estou gostando do que tenho passado? Não está muito legal não. Não mesmo. Quero voltar ao normal, ou que as coisas se estabilizem.
Acho que perdi o fio da meada...
Nossa! Quanta divagação! Mas me diga: para que serve um blog? Será que não é pra essas coisas, não?

Ah! Após ver um filme que estava doido pra assistir, me utilizarei de um de seus recursos e farei um Top 5 do que preciso fazer neste instante e provavelmente não farei.

1 - Dar uns tapas bem dados no governador de nosso querido estado.
2 - Limpar minha casa.
3 - Fazer minha mala antes de segunda.
4 - Ler um dos textos que os professores indicaram nesta semana semi-coxa.
5 - Qualquer coisa além de ficar em casa com o computador ligado.

" Moça! Me vê o cardápio, por favor? "