Volte para o seu lugar!
Estamos chegando ao fim de mais um ano. Quantas vezes vocês já ouviu isso? Que frase mais sem sentido não é? Não. Sem sentido não é, mais se dita com entusiasmo ela se torna idiota. Quais são as certezas da vida na visão ( puramente ) humana? Um dia tua mãe ( biológica ) fez sexo. O amanhã demora no máximo 24 horas para chegar. Uma andorinha não faz verão. E finalmente, o ano acaba. São coisas óbvias ( Óbvio também é um carro nacional que eu anunciei a todos os cantos da Terra que sairia e nunca o vi pelas ruas ), coisas que temos consiência desde bem petitiquinhos ( palavra mais tendenciosa, não? Prometo não repeti-la ) e nunca nos esqueceremos delas. Isso é fato consumado e aprovado pelos melhores técnico do assunto. Assim, não podemos nos desvinciliar disto. Ninguém escapa e nem o nosso blog escapará.
Após dias e dias andando pelo o deserto o Blog do "brasileiro de estatura mediana mais falho deste mundo" se depara com o fim do ano e a necessidade de avaliar os fatos que ocorreram.
Vamos lá? Podemos começar?
O ano de 2004 começou com 3 dias de prova. Quem não se lembra disso? Sim, senhor... ele estava fazendo vestibular e voltou mais cedo pra casa somente acompanhado por sua nova mochila. Ele achou que foi super bem nas respostas e que se daria melhor do que muita gente. Doce ilusão. O mês de Janeiro continuou com um tempo de folga total (irresponsabilidade total, isso sim )e mais uma prova. Esta última foi um fracasso mas não foi notada de imediato, para sorte dele.
Fevereiro poderia ser resumido no título "Os 5 dias que abalaram o mundo de Rafael". Como foi doloroso. Três reprovas em menos de 72 horas que lhe custariam o ano. Mas aí veio a tarde da benção. Ainda não sei o porque mas ele salvou a semana ao ser aprovado na Unesp. Por que eu não sei? Oras? Ele não estudou direito pra poder passar. Não estudou nem um terço do recomendado. Passou no vestibular fazendo meio ano de cursinho ( ainda defendo que é melhor do que fazer o ano inteiro ). Me digam... como ele pode ter feito isso? Eu lhe asseguro que não há méritos dele nesta conquista. Mas de quem seria? Bom... Ele sabe. E sabe o quanto Rafael é grato por isso. Ah! Teve o carnaval. Claro... o carnaval. Uma pessoa muito especial marcou o carnaval. Rafael nunca esquecerá deste tempo.
Cabelo raspado, cidade nova, casa longe dos pais, veteranos bacanas, grande mala nas costas e muita vontade de conhecer um mundo novo. Assim foi março. Bom. Proveitoso. Emocionante. Casa nova... amigos novos, engraçados, com papo muito legal ( oras... ele estava preso ao colegial até então ), e com nomes meio estranhos.
Abril, Maio. Greve. Sim. Isso mesmo, greve. Uma viagem para longe com um objetivo que ele tentava esconder. Será que ele errou em fazer isso? Viajar não, o erro seria esconder o fato. Também acho, ele errou ali, naquela noite.
Junho. Ribeirão Preto voltou a ser a minha cidade por pouco tempo. Telefone cruel. Por que não largou tudo e ficou por lá? Você não sabe onde é "lá"? Oras... "lá" é lá e só.
Julho. Se tornou viagem de rotina, mas é a rotina mais gostosa do meu mundo. Ir para o Rio de Janeiro e visitar os primos e tios. Uma delícia. Descobrir que show ao vivo é o melhor da música, descobrir que alguns cariocas podem ser bem legais, descobrir que festa junina no Rio é qualquer coisa menos festa junina e descobrir o quanto criança pequena é adorável. Notícias boas. A greve acabou. Comemoraram como se os estivem libertando de um ditador tirano. Estavam alegres com a volta.
Agosto. Um dia. Uma oportunidade. Um cabelo tão desarrumado. Umas voltas de carro. Um almoço com a mãe. Um refresco de caldo de cana ( boa e gostosa garapa ). Rodoviária. Uma nova oportunidade e mais uma que foi desperdiçada. Até Julho que vem. Em 2005 poderemos nos ver. O resto do mês? Cotidiano de faculdade. Quer coisa melhor? Talvez não.
Fim do calendário do primeiro semestre em Setembro. Antes do fim agonizante ele passou por uma prova de fogo. O pré-projeto da Érika Dios. Que coisa horrível. Mas não teve nada de bom neste mês? Teve sim. Viagem, como sempre existe na vida do Rafael. Foi pra São Paulo e passou ótimos momentos por lá. Ótimos.
Outubro. Tirando uns enroscos, uns problemas que não dependem do simples querer, uns casos de amor ( na realidade só foi um. A questão foram as conseqüências dele ) o mês não passou do espaço de trabalho na faculdade. Mas não posso esquecer do começo do francês. Ele vê um bom futuro para esse começo.
Novembro. Ah... este mês foi movimentado. Bem movimentado, mas não vou gastar muitas palavras aqui com ele. Duas burradas bem grande e incorrigíveis, começou a temporada de trabalhos da faculdade, duas provas ( as primeiras do curso ) e a aventura numa viagem muito criticada mas que nos enche de esperança de termos um futuro bem satisfatório.
Já em Dezembro sobreveio a terceira burrada. Nesse meio tempo um amigo esteve fora e bem longe. Ele ao chegar ajudou a começar a arrumar a "casa". Com ele a verdade foi vista. Foi visto o quanto ele é falho, o quanto ele é tacanho ( algo que eu condeno tanto ), o quanto ele é bobo, o quanto é preciso aprender e ler, e o quanto é preciso pensar antes de falar e de fazer. Essas coisas e um pouco mais. O mês ainda não terminou, mas está por um fio. Faltam dois dias de aula e uma semana pra se passar com a família. Algo para descansar ou algo parecido. Pois é... o fim está próximo. Mas não... pode ficar trânqüilo que estaremos por aqui no ano que vem. Pode deixar. Se Deus quiser assim será.
Grande esta postagem né? Pois é. E ainda faltou muita coisa pra contar. Vamos ver o que teremos em 2005.
" Sempre que quiser volte para aquela praia. "
Após dias e dias andando pelo o deserto o Blog do "brasileiro de estatura mediana mais falho deste mundo" se depara com o fim do ano e a necessidade de avaliar os fatos que ocorreram.
Vamos lá? Podemos começar?
O ano de 2004 começou com 3 dias de prova. Quem não se lembra disso? Sim, senhor... ele estava fazendo vestibular e voltou mais cedo pra casa somente acompanhado por sua nova mochila. Ele achou que foi super bem nas respostas e que se daria melhor do que muita gente. Doce ilusão. O mês de Janeiro continuou com um tempo de folga total (irresponsabilidade total, isso sim )e mais uma prova. Esta última foi um fracasso mas não foi notada de imediato, para sorte dele.
Fevereiro poderia ser resumido no título "Os 5 dias que abalaram o mundo de Rafael". Como foi doloroso. Três reprovas em menos de 72 horas que lhe custariam o ano. Mas aí veio a tarde da benção. Ainda não sei o porque mas ele salvou a semana ao ser aprovado na Unesp. Por que eu não sei? Oras? Ele não estudou direito pra poder passar. Não estudou nem um terço do recomendado. Passou no vestibular fazendo meio ano de cursinho ( ainda defendo que é melhor do que fazer o ano inteiro ). Me digam... como ele pode ter feito isso? Eu lhe asseguro que não há méritos dele nesta conquista. Mas de quem seria? Bom... Ele sabe. E sabe o quanto Rafael é grato por isso. Ah! Teve o carnaval. Claro... o carnaval. Uma pessoa muito especial marcou o carnaval. Rafael nunca esquecerá deste tempo.
Cabelo raspado, cidade nova, casa longe dos pais, veteranos bacanas, grande mala nas costas e muita vontade de conhecer um mundo novo. Assim foi março. Bom. Proveitoso. Emocionante. Casa nova... amigos novos, engraçados, com papo muito legal ( oras... ele estava preso ao colegial até então ), e com nomes meio estranhos.
Abril, Maio. Greve. Sim. Isso mesmo, greve. Uma viagem para longe com um objetivo que ele tentava esconder. Será que ele errou em fazer isso? Viajar não, o erro seria esconder o fato. Também acho, ele errou ali, naquela noite.
Junho. Ribeirão Preto voltou a ser a minha cidade por pouco tempo. Telefone cruel. Por que não largou tudo e ficou por lá? Você não sabe onde é "lá"? Oras... "lá" é lá e só.
Julho. Se tornou viagem de rotina, mas é a rotina mais gostosa do meu mundo. Ir para o Rio de Janeiro e visitar os primos e tios. Uma delícia. Descobrir que show ao vivo é o melhor da música, descobrir que alguns cariocas podem ser bem legais, descobrir que festa junina no Rio é qualquer coisa menos festa junina e descobrir o quanto criança pequena é adorável. Notícias boas. A greve acabou. Comemoraram como se os estivem libertando de um ditador tirano. Estavam alegres com a volta.
Agosto. Um dia. Uma oportunidade. Um cabelo tão desarrumado. Umas voltas de carro. Um almoço com a mãe. Um refresco de caldo de cana ( boa e gostosa garapa ). Rodoviária. Uma nova oportunidade e mais uma que foi desperdiçada. Até Julho que vem. Em 2005 poderemos nos ver. O resto do mês? Cotidiano de faculdade. Quer coisa melhor? Talvez não.
Fim do calendário do primeiro semestre em Setembro. Antes do fim agonizante ele passou por uma prova de fogo. O pré-projeto da Érika Dios. Que coisa horrível. Mas não teve nada de bom neste mês? Teve sim. Viagem, como sempre existe na vida do Rafael. Foi pra São Paulo e passou ótimos momentos por lá. Ótimos.
Outubro. Tirando uns enroscos, uns problemas que não dependem do simples querer, uns casos de amor ( na realidade só foi um. A questão foram as conseqüências dele ) o mês não passou do espaço de trabalho na faculdade. Mas não posso esquecer do começo do francês. Ele vê um bom futuro para esse começo.
Novembro. Ah... este mês foi movimentado. Bem movimentado, mas não vou gastar muitas palavras aqui com ele. Duas burradas bem grande e incorrigíveis, começou a temporada de trabalhos da faculdade, duas provas ( as primeiras do curso ) e a aventura numa viagem muito criticada mas que nos enche de esperança de termos um futuro bem satisfatório.
Já em Dezembro sobreveio a terceira burrada. Nesse meio tempo um amigo esteve fora e bem longe. Ele ao chegar ajudou a começar a arrumar a "casa". Com ele a verdade foi vista. Foi visto o quanto ele é falho, o quanto ele é tacanho ( algo que eu condeno tanto ), o quanto ele é bobo, o quanto é preciso aprender e ler, e o quanto é preciso pensar antes de falar e de fazer. Essas coisas e um pouco mais. O mês ainda não terminou, mas está por um fio. Faltam dois dias de aula e uma semana pra se passar com a família. Algo para descansar ou algo parecido. Pois é... o fim está próximo. Mas não... pode ficar trânqüilo que estaremos por aqui no ano que vem. Pode deixar. Se Deus quiser assim será.
Grande esta postagem né? Pois é. E ainda faltou muita coisa pra contar. Vamos ver o que teremos em 2005.
" Sempre que quiser volte para aquela praia. "
